Apontado como um dos líderes de uma organização criminosa especializada na manipulação de apostas esportivas, o empresário Bruno Lopez de Moura confirmou na terça-feira (26) sua participação no esquema, mas negou chefiar a quadrilha. Ele também refutou envolvimento com os jogadores Lucas Paquetá e Luiz Henrique, suspeitos de receberem cartões amarelos para beneficiar apostadores. Os parlamentares também ouviram o representante do Banco Central, Rogério Antônio Lucca, e o o economista-chefe da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Felipe Tavares. Fonte: Senado Federal (http://www12.senado.leg.br/noticias/temas/justica/pagina/1)