A CPI do Crime Organizado ouviu nesta terça-feira (24) a jornalista Cecília Olliveira, fundadora do Instituto Fogo Cruzado, especializado em monitorar a violência armada em municípios de quatro estados brasileiros. Como estratégias para conter o avanço das facções e das milícias, a especialista defendeu a integração entre as polícias, o combate aos braços econômico e político do crime, além da obrigatoriedade do uso de câmeras corporais em ações policiais. Amparado por habeas corpus, o segundo depoente do dia, Belline Santana, não compareceu à CPI. Santana foi chefe do Departamento de Supervisão Bancária do Banco Central e é investigado no esquema de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. Fonte: Senado Federal (http://www12.senado.leg.br/noticias/temas/justica/pagina/1)