O que fragiliza os trabalhadores é o desemprego, que atinge 13 milhões de pessoas, e não a reforma trabalhista. O ponto de vista foi manifestado nesta quinta-feira (27) pela senadora Ana Amélia (PP-RS).
Em pronunciamento no Plenário, a senadora lamentou que os críticos da reforma aprovada na quarta-feira (26) pela Câmara dos Deputados se refiram às mudanças como se tivessem sido extintos as férias e o 13º salário, conquistas que, observou, foram mantidas.
Ana Amélia apoiou a extinção do imposto sindical – o que, a seu ver, permitirá a sobrevivência somente dos sindicatos eficientes na defesa dos trabalhadores – e declarou-se surpresa com o fato de muitas dessas entidades não aceitarem a prevalência do negociado sobre o legislado, um dos pontos da reforma.
– Nós temos que libertar o trabalhador para que ele decida o que é melhor para ele – acrescentou em defesa da reforma.
Fonte: Senado Federal (http://www12.senado.leg.br/noticias/temas/justica/pagina/1)
